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Economista Renato diz que sentimento popular é de descrédito com a classe política: ‘nem sabem quem governa este Estado’


Candidato acredita em segundo turno e tem tese para eventual vitória do atual governo.

O candidato do Democracia Cristã ao Governo de Mato Grosso do Sul, Economista Renato, acredita em um segundo turno na eleição. Ele explica que este sentimento tem como base as conversas com as pessoas na rua. Todavia, atenta para uma repulsa com a política de um modo geral.

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“O sentimento popular é de muito descrédito com a classe política, com os políticos. As pessoas sequer conhecem o nome do governador, nem sabem quem governa este estado. Eu costumo dizer para as pessoas que sou tão conhecido quanto ele. A diferença é que quem faz campanha para ele é a classe política governista, que sairá as ruas para fazer campanha para ele”, declarou.

O candidato diz não entender a metodologia de institutos que apontam o atual governador, Eduardo Riedel (PP), como favorito.

“As pessoas estão sentindo que pagam muitos impostos, estão insatisfeitas com este governo que não entrega nada. Até agora me pergunto qual metodologia tem sido usada, porque tenho uma amostra muito maior do que estas pesquisas. Falei com mais de três mil pessoas e não consigo entender como está na frente, como os índices de aprovação estão altos. Nada disso consigo entender porque vai contra radicalmente o que tenho ouvido das pessoas”, ponderou.

Na avaliação do candidato do DC, Riedel pode ser beneficiado positivamente pela polarização que existe entre direita e esquerda no Estado.

“O que conta para o lado dele, pesa positivamente, é o fato de que o governo se aproveita de uma narrativa de direita e esquerda, muito embora nos saibamos que isso tudo é fraudulento do ponto de vista das convicções deste governo, que não tem convicção de nada a este respeito. Mas se aproveita disso, da ingenuidade do povo. Se liquidar a fatura no primeiro turno, será por esta razão, polarização das ideologias que estão vigentes do país. Preços da energia elétrica alta, gasolina, cesta-básica, tudo isso tem relação com o governo do estado”, concluiu.

A reportagem conversou com os candidatos sobre a reta final da campanha. Confira:





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