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Funcionário é preso por vazar fotos íntimas de cliente em MS


Vítima levou aparelho molhado para conserto, mas viu fotos íntimas compartilhadas com outro telefone

Técnico é preso suspeito de "vazar nudes" do celular de cliente
Mulher digita mensagens em aparelho celular. (Foto: Arquivo/Paulo Francis)

Homem de 28 anos, funcionário de uma assistência técnica de celulares, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (30), em Campo Grande, sob suspeita de acessar sem autorização o aparelho deixado por uma cliente para conserto e enviar fotos e vídeos íntimos armazenados no dispositivo para outro número. O caso ocorreu no bairro Nova Lima e foi descoberto pela própria vítima ao consultar as mensagens do WhatsApp.

Um funcionário de assistência técnica de celulares, de 28 anos, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (30), em Campo Grande, suspeito de acessar sem autorização o aparelho de uma cliente e enviar fotos e vídeos íntimos a outro número. A vítima descobriu o envio ao conferir o WhatsApp e rastreou o destinatário por meio de chave Pix. Ele foi autuado por invasão de dispositivo e divulgação de cena de sexo sem autorização. O celular foi apreendido para perícia.

Segundo apurado pela reportagem, a vítima levou o celular para reparo na segunda (28), depois que o aparelho caiu na água. Dois dias depois, quando chegou ao trabalho, ela abriu o aplicativo de mensagens no computador da empresa e passou a conferir as conversas vinculadas à conta.

Durante essa verificação, encontrou fotos e vídeos íntimos enviados a partir do próprio aparelho para um número desconhecido. Conforme o registro obtido pelo Campo Grande News, o compartilhamento havia ocorrido na terça (29), enquanto o telefone permanecia na assistência.

A mulher então usou o número que recebeu os arquivos como chave Pix para consultar o nome vinculado à conta. A pesquisa indicou uma pessoa que, segundo ela, trabalhava justamente no estabelecimento onde o celular estava para reparo.

Com a informação, a vítima procurou a assistência e acionou a PM (Polícia Militar). O funcionário apontado por ela estava trabalhando no local e, ainda conforme a corporação, não soube explicar aos agentes o que havia ocorrido.

Os dois foram levados para uma delegacia, onde o homem acabou autuado em flagrante. O caso foi registrado como invasão de dispositivo informático e divulgação de cena de sexo ou pornografia sem autorização da vítima.

O aparelho celular preto também foi apreendido e entregue à Polícia Civil para análise. A investigação deverá esclarecer de que forma os arquivos foram acessados, se houve envio para outros destinatários e se mais pessoas tiveram contato com o conteúdo.



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