InícioSaúdeTransplante não é única solução para calvície; entenda com Dr. Kalil

Transplante não é única solução para calvície; entenda com Dr. Kalil


A calvície pode ser tratada de diversas formas, e o transplante capilar não é a única — nem necessariamente a primeira — opção disponível para os pacientes. Essa foi a orientação da dermatologista Letícia Nanci, do Hospital Sírio-Libanês, durante participação no programa CNN Sinais Vitais com Dr. Roberto Kalil.

Segundo Letícia, o tratamento da alopecia androgenética, comumente conhecida como “calvície”, não deve ser feito com uma única abordagem. “O tratamento capilar, o tratamento da alopecia androgenética, não é monoterapia”, afirmou. A especialista destacou que a combinação de diferentes métodos é a conduta mais indicada, e que as opções variam conforme o sexo e a faixa etária do paciente.

Variedade de tratamentos disponíveis

Entre as alternativas mencionadas estão medicamentos tópicos, medicamentos orais e suplementos vitamínicos, especialmente nos casos em que há deficiência nutricional associada à queda de cabelo.

Além disso, a dermatologista citou procedimentos realizados em consultório com respaldo científico comprovado, como a MMP (Microinfusão de Medicamentos na Pele). “O laser realmente funciona”, disse também, ressaltando que a eficácia dos tratamentos depende de um bom diagnóstico e de uma indicação correta.

Transplante capilar não elimina a necessidade de tratamento contínuo

A especialista esclareceu que, mesmo quando o paciente opta pelo transplante capilar — procedimento que oferece um resultado estético mais expressivo, sobretudo nos homens —, os demais tratamentos não devem ser abandonados. “Um não inviabiliza o outro. Eles precisam andar juntos, eles precisam estar associados”, explicou Letícia Nanci. Isso porque os folículos capilares continuam sujeitos ao processo de afinamento e atrofia, independentemente do procedimento cirúrgico realizado.

A dermatologista reforçou ainda que a calvície é uma doença crônica e que, por isso, o tratamento tem também um caráter preventivo. “Você tem que continuar com a medicação e com os tratamentos, muitas vezes com os procedimentos realizados no consultório do dermatologista”, concluiu. Questionada sobre a reversibilidade da condição, Letícia Nanci respondeu que ela pode ser controlada com o acompanhamento adequado.



Veja a matéria completa aqui!

RELATED ARTICLES

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

- Publicidade -

mais vistas