Roberto de Jesus Pupo, de 66 anos, morreu após cair ao descer de um ônibus da linha Coophavilla II, na tarde desta segunda-feira (22), em Campo Grande. Segundo o boletim de ocorrência, o caso aconteceu por volta das 16h30.
Roberto de Jesus Pupo, de 66 anos, morreu após cair ao descer de um ônibus da linha Coophavilla II, em Campo Grande, na tarde desta segunda-feira (22). O idoso se desequilibrou no momento em que desembarcava do coletivo, bateu a cabeça no chão e apresentou sangramento. O Corpo de Bombeiros prestou atendimento e o encaminhou à Santa Casa. A esposa autorizou a doação de órgãos. O caso foi registrado como morte decorrente de fato atípico na Depac Cepol.
O registro foi feito pela cunhada da vítima. Conforme as informações repassadas, Roberto teria se desequilibrado no momento em que descia do coletivo e caiu.
A esposa dele foi até a Santa Casa, onde foi informada de que Roberto havia batido a cabeça no chão e apresentado sangramento. Abalada, ela não soube explicar com detalhes como a queda ocorreu.
Ainda conforme o boletim, a esposa autorizou a doação de órgãos, mas não soube informar quais foram retirados.
A cunhada informou que não tinha muitos detalhes sobre os fatos. Ela relatou apenas que uma equipe do Corpo de Bombeiros prestou atendimento a Roberto e o encaminhou para a Santa Casa.
O caso foi registrado como morte decorrente de fato atípico, na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol.
Nas redes sociais, na manhã desta terça-feira, a esposa de Roberto publicou uma mensagem de luto e despedida. “Perdi o grande amor da minha vida e agora me resta a saudade. Sei que não serei mais a mesma sem você aqui, afinal, você era quem me fazia sorrir todos os dias. Eu me sinto perdida com a sua ausência. Meu amor, descansa em paz nos braços de Deus. Te amo eternamente”, escreveu.
A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) foi procurada pela reportagem para informar se foi comunicada sobre o caso, se há registro interno da ocorrência e se o socorro foi prestado após a queda. O órgão ainda não respondeu. A reportagem aguarda retorno.


