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Colégio em Campo Grande fará perícia após queda de cobertura


Instituição diz que alvarás estavam em dia e que placas solares também serão consideradas na avaliação técnica

Perícia vai apontar se placa solar provocou queda de cobertura de ginásio
Parte da cobertura do ginásio ficou danificada após vendaval (Foto: Osmar Veiga)

O Colégio Nossa Senhora Auxiliadora informou que fará uma perícia para identificar o que provocou a queda de parte da cobertura do ginásio durante o vendaval que atingiu a região central de Campo Grande na segunda-feira (10). Segundo a instituição, o espaço está com a documentação e os alvarás em dia.

O Colégio Nossa Senhora Auxiliadora realizará uma perícia para identificar as causas da queda de parte da cobertura do ginásio durante vendaval que atingiu Campo Grande na segunda-feira (10). O Corpo de Bombeiros vistoriou o local e interditou apenas o ginásio. A escola descartou confirmar se placas solares contribuíram para o incidente. O certificado do colégio é válido até janeiro de 2027.

O setor de marketing do colégio informou que o Corpo de Bombeiros esteve no local no mesmo dia e fez uma vistoria. Após a avaliação, somente a área do ginásio foi interditada. “Todas as demais dependências da escola estão em perfeito estado e funcionando normalmente”, informou a instituição.

O colégio também foi questionado sobre a possibilidade de as placas solares instaladas na cobertura terem contribuído para a queda. A hipótese foi levantada por leitores nos comentários da reportagem publicada pelo Campo Grande News sobre o caso.

Segundo a instituição, ainda não é possível confirmar se as placas tiveram alguma influência. “O incidente ocorreu durante período de forte vendaval, que atingiu a região central. As causas ainda estão sendo avaliadas tecnicamente, qualquer afirmação sobre a influência das placas seria prematura”, informou.

A perícia deverá apontar as causas da queda. Até a conclusão da avaliação, o ginásio permanece interditado, enquanto as demais áreas da escola seguem funcionando normalmente. Segundo a instituição, estão sendo realizados levantamentos técnicos para, posteriormente, iniciar a recuperação da estrutura.

O Corpo de Bombeiros confirmou que o colégio está regular e possuí certificado válido até 22 de janeiro de 2027. A reportagem também procurou a Defesa Civil para obter mais informações sobre o caso e aguarda retorno.

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